sábado, 14 de agosto de 2010

Paris das mulheres IV

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Última publicação do roteiro sobre as significativas mulheres que viveram em Paris e se destacaram, em épocas distintas. Foi  escrito por Fernanda Lévy. Confira!

Paris também atraiu várias mulheres estrangeiras. Entre elas, a ucraniana Sonia Delaunay (1885-1979). Casada com Robert Delaunay, ela destacou-se por aplicar a justaposição "orfista" das cores que caracteriza sua pintura na decoração e na moda. Em 1913, Sonia produziu Le Bal Bullier e confeccionou seu primeiro "vestido simultâneo", reunindo arte e moda. No mesmo ano, a artista ilustrou o poema do escritor Blaise Cendrars Prose du Transsibérien et de la Petite Jehanne de France, um famoso livro-objeto. Primeira mulher a ter uma retrospectiva no Museu do Louvre em vida (1964), Sonia tem a maioria de suas obras expostas no Centre Georges Pompidou.

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Entre as artistas negras que passaram pela capital francesa nos anos 1920, a americana Joséphine Baker (1906-1975) foi a de maior destaque. Ela conquistou a cidade ao se apresentar em 1925 no Théatre des Champs-Elysées com a Revue Nègre. Vestida com um saiote de bananas e dançando o charleston, causou furor na época. Em 1926, depois de uma turnê pela Europa, a versátil artista (era dançarina, cantora e atriz) se apresentou no famoso cabaré Folies Bergère, ao lado de um leopardo. Uma praça no 14ème arrondissement de Paris homenageia esta mulher que trabalhou como voluntária para a Cruz Vermelha e para o serviço de inteligência francês durante a Segunda Guerra Mundial.

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No Bairro de Saint-Germain-des-Près, o Café de Flore serviu de reduto para muitos escritores.  Durante a Segunda Guerra, o aquecedor no Flore era como um convite, e Simone de Beauvoir (1908-1986) foi a primeira a aceitá-lo. Ao lado do filósofo Jean-Paul Sartre, ela trabalhava de manhã e à tarde encontrava os amigos no café. Foi nesse estabelecimento que ela escreveu o livro O Sangue dos Outros, que a tornaria célebre em 1945. Hoje, a autora do polêmico O Segundo Sexo (1949) divide com Sartre o nome de uma praça no cruzamento do Boulevard Saint-Germain e da rue da Rennes.

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O mundo de Edith Piaf (1915-1963) sempre esteve ligado a Belleville. De acordo com a lenda, sua mãe teria dado à luz a Edith Giovanna Gassion nos degraus do número 72 da rue de Bellevile. Em Paris, seu palco preferido era o do l´Olympia, onde ela se destacou cantando La Foule e Non, je ne regrette rien. Em Ménilmontant, um pequeno apartamento-museu reúne vários objetos pessoais da artista. Na Praça Edith Piaf, no mesmo bairro, uma estátua representando a cantora foi inaugurada em 2003, lembrando os 40 anos de sua morte.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Paris das mulheres III

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Segue o post do roteiro sobre as mulheres que viveram em Paris e se destacaram, em épocas distintas. Foi  escrito por Fernanda Lévy e vale a publicação. Confira as próximas!

Suzanne Valadon (1865-1938), outra mulher de grande representatividade no cenário parisiense, ocupou durante cinco anos (1912-1917) um atelier no atual Museu de Montmartre. Autodidata, ela aprendeu a pintar por influência de Renoir, Toulouse-Lautrec e Degas, dos quais era modelo. Encorajada por Degas, que apreciava seus desenhos, Suzanne passou para o outro lado do cavalete. Com ele, a artista dividiu o mesmo repertório de poses, pautado na entrada ou saída do banho em obras com Après le bain (1893) e Femme au tub (1894). Suzanne é uma das raras pintoras que tiveram reconhecimento em sua época. Grande parte de suas telas está exposta no Museu de Arte Moderna de Paris.

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O universo da cientista Marie Curie (1867-1934), ganhadora de dois Prêmios Nobel (1903 e 1911), está presente no Quartier Latin. Neste bairro, foi construído, em 1914, um laboratório especialmente para ela, próximo ao hangar em que, juntamente ao seu marido, o físico Pierre Curie, ela descobriu o rádio e o polônio, em 1898. O espaço reconstrói a trajetória da cientista, desde a sua terra natal, a Polônia, até o Panthéon, templo dos grandes "homens", onde se encontram suas cinzas. Entre as peças do museu, estão o escritório e o laboratório de química (perfeitamente conservado), nos quais Marie trabalhou durante 20 anos.

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A região do Palais-Royal foi o "reino" da escritora Colette. Três casamentos e várias mudanças parisienses conduziram Sidonie Gabrielle Colette (1873-1954) ao seu último endereço, um apartamento no número 9 da rue de Beaujolais, onde faleceu aos 81 anos. Apesar de imobilizada em seu leito por causa de uma artrite, ela foi a alma do Palais-Royal, tendo como vizinho Jean Cocteau. Há alguns metros, a Comèdie-Française, em frente à Praça Colette, nos remete à sua paixão pelo teatro - ela estreou nos palcos aos 30 anos. Independente e curiosa, a escritora teve livros adaptados para o cinema com Claudine à l´école (1937) e Gigi (1958). Enterrada no cemitério Père-Lachaise, foi a primeira mulher a ter um funeral nacional na França.

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Retrato da elegância francesa no mundo, a estilista Gabrielle Bonheur "Coco" Chanel (1883-1971) ainda conserva sua marca registrada em dois lugares de Paris: na rue Cambon e no Hotel Ritz. Famosa por seu tailleur, seu vestido preto e pelo perfume Chanel no 5, Gabrielle transformou a rue Cambon em um endereço célebre - foi no número 21 que ela abriu sua primeira loja na capital francesa em 1910, mudando-se para o 31 nove anos depois. Neste lugar, a estilista tinha sua loja-atelier e um apartamento (mantido intacto até hoje). Mas era do outro lado da rua, no Hotel Ritz, que Chanel dormia: "O Ritz é a minha casa", dizia a estilista. Durante 37 anos, ela ocupou uma suíte com vista para a Place Vendôme, lugar onde morreu aos 87 anos.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Paris das mulheres II

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Continuando o roteiro sobre pintoras, rainhas, escritoras, militantes políticas e santas que influenciaram, em épocas distintas, a vida francesa. Trata-se de um roteiro muito interessante sobre estas mulheres, escrito por Fernanda Lévy. Confira as próximas!

Outra escritora famosa, Lucile Aurore Dupin, a baronesa de Dudevant - conhecida pelo pseudônimo de George Sand (1804-1876) -, está intimamente ligada ao Bairro de Nouvelle Athènes. Na Square d´Orléans, Sand viveu uma paixão tumultuada com Frédéric Chopin, seu vizinho. Ao lado do compositor e de Liszt, a escritora freqüentou a casa do pintor Ary Scheffer, na rue Chaptal. Em uma atitude desafiadora para a época, ela se vestia de homem para participar das reuniões na casa de Scheffer. Nessa residência, atual Museu da Vida Romântica, o pavilhão principal evoca o universo de Sand. Seus objetos pessoais (pluma, tinteiro, entre outros) lembram a mulher independente que reinvindicou a igualdade dos sexos em romances como Indiana (1832).

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Em Montmartre, a militante e professora Louise Michel (1830-1905) deixou sua marca registrada. Local de vida e de luta, o bairro foi palco de suas façanhas como soldado. Louise participou dos combates da Comuna de Paris (considerada a primeira república proletária da história). Uma praça com o nome da militante foi inaugurada, em 2004, em frente à Basílica de Sacré-Coeur, construída para celebrar a vitória da França reacionária e clerical contra os communards que lutaram em 1871 pela revolução social.


Dentro do universo artístico, laços sólidos ligam Sarah Bernhardt (1844-1923) ao Théatre de la Ville, localizado em Châtelet. A atriz, que integrou a Comèdie-Française aos 18 anos de idade, instalou-se no lugar em 1899. Este teatro, que recebeu o seu nome, tornou-se o centro da sua vida. Nele, Sarah interpretou sucessos memoráveis como A Dama das Camélias e criou um camarim exclusivo no qual ensaiava e recebia visitas. Durante a ocupação alemã, o nome judeu da atriz foi retirado da entrada do prédio, que foi rebatizado. Atualmente, em uma sala do lugar, onde apenas a fachada permanece intacta, foram reunidos objetos dessa mulher incansável, que continuou a atuar apesar da amputação de uma das pernas aos 71 anos.

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No Bairro de Invalides, o hôtel Biron, que abriga o Museu Rodin, dedica duas salas a Camille Claudel (1864-1943), aluna e amante do escultor Auguste Rodin. Entre as obras de destaque, está um busto do mestre, realizado por sua aluna aos 22 anos e considerado por Rodin como seu auto-retrato. As esculturas dos dois artistas espalhadas pelo museu, como Jeune Fille à la gerbe (Claudel) e Galatée (Rodin), refletem a simbiose na qual eles trabalhavam. Já obras como A Valsa e Pequena Castelã, de Camille, mostram sua busca pela autonomia. Em A Idade Madura (Museu d´Orsay), a escultora representa o rompimento dos dois que a levou ao desequilíbrio. Na île de Saint-Louis, uma placa no Quai de Bourbon indica o endereço de seu último atelier.

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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Paris das mulheres I

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Pelo título você pode achar que vou escrever da Paris das compras femininas! Mas deixarei estes comentários para mais tarde. De hoje até sexta-feira, vou repassar a vocês um roteiro bem interessante, assinado por Fernanda Lévy, que li sobre os bairros parisienses que serviram de cenário para a atuação de mulheres importantes para a vida literária, artística e científica da França. Como é bastante extenso e interessante, vou dividi-lo em quatro partes e termino com um mapinha dos locais a serem visitados para se cumprir este roteiro. Voilá!

Diz o seguinte:

O Quartier Latin guarda a memória da santa padroeira de Paris, Geneviève (422-502), conhecida por ter preservado a cidade da invasão de Átila, rei dos hunos. A capital francesa foi salva e depois desse episódio esta santa passou a ser venerada, devoção que aumentou com o passar dos anos. Deve-se a ela a propagação do culto de São Denis, graças à construção de uma capela que se trasformaria mais tarde na Abadia Real de Saint-Denis. No alto da colina Sainte-Geneviève, onde a santa costumava rezar, sua escultura ornamenta a fachada da Igreja Saint-Etienne-du-Mont. Na Ponte de Tournelle, podemos admirar sua silhueta esculpida por Paul Landowski nos anos 1930, posicionada na direção do invasor.

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No Bairro do Marais, o Museu Carnavalet (antigo hôtel) serviu de morada para outra mulher ilustre da cena parisiense: Madame de Sévigné (1626-1696), marquesa conhecida por suas famosas Lettres. Estas cartas, fruto de uma correspondência regular com sua filha - a condessa de Grignan -, são uma fonte importante de documentos sobre a vida aristocrática no século 17. Celebrada pelo Tout-Paris, local literário da época, a marquesa viveu no hôtel Carnavale, de 1677 até sua morte. A grande propriedade permitia que ela recebesse visitantes importantes, como La Fontaine. Atualmente, uma galeria do museu é dedicada a Madame de Sévigné e traz retratos e objetos desta frequentadora da corte de Louis XIV.

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Uma das pioneiras na luta pelos direitos da mulher por meio da literatura, Olympe de Gouges (1748-1793) viveu uma vida libertina na área do Palais-Royal antes de iniciar sua carreira como escritora por volta de 1784. Uma placa indica que ela viveu no número 270 da rue Saint-Honoré. Considerada uma das primeiras feministas francesas, Olympe destacou-se por seu célebre texto Declaração dos direitos da mulher e da cidadã, no qual reclamava a emancipação das mulheres. Engajada ao lado dos Girondinos, a escritora foi detida e submetida ao tribunal revolucionário em agosto de 1793. Condenada à morte, foi guilhotinada em novembro do mesmo ano. Uma praça no Bairro do Marais leva o seu nome.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Hospedagem em Paris

P2010005 Como todo mundo sabe, Paris não é uma cidade barata, com a rede hoteleira das mais caras do mundo. Mas existem opções de hospedagem para todos os gostos e bolsos. Desde hotéis badalados como o Ritz, da Place Vêndome, que hospeda e hospedou pessoas famosas do mundo inteiro - como a Princesa Diana, que estava lá antes do fatídico acidente, até opções baratas, como bons albergues.

Nós optamos por alugar um studio, que é como se chamam os apartamentos pequenos em Paris. Se você for ficar mais que cinco dias, já indicamos esta opção, por ser mais econômica e ainda dar a liberdade de cozinhar em casa, lavar roupas e viver quase como locais durante um período, frequentando a padaria da redondeza, conhecendo os hábitos dos vizinhos françolas, etc. Nós alugamos um studio de aproximadamente 25 metros quadrados, com quarto-cozinha-sala em um só ambiente, mais um banheiro-lavanderia.

Photo 005O contato foi via “Mon Paris”, pelo portal www.monparis.com, onde fomos extremamente bem atendidos pelo Roberto Haenel, brasileiro que possui apartamentos para locação na capital francesa. Há outros sites bem interessantes de locação de apartamentos em Paris e em toda Europa, como por exemplo o www.parisattitude.com, com centenas de opções. Escolhemos o Mon Paris, entre outras coisas, pela facilidade de tratar com um brasileiro e pelo histórico de confiabilidade da empresa. E ficamos muito satisfeitos.

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A experiência foi fantástica: nosso studio era super completo, com ar-condicionado quente-frio, máquina de lavar e secar roupa, microondas, frigobar, computador (carroça, mas quebrou bem o galho…), internet sem fio, TV à cabo, telefone com ligações liberadas para o Brasil (números fixos), aparelho completo de cozinha, som, cama boa, lençóis, toalhas, travesseiros e tudo mais. Enfim, muito melhor que nós imaginávamos. Além disso, a localização era ótima, no 7th arrondissement, pertinho dos Invalides, da Champs Elyssés, com metro praticamente na porta.

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Fica a dica pra quem quer economizar na diária em Paris e ainda viver dias inesquecíveis!

domingo, 8 de agosto de 2010

Jantar especial

Continuando a série “Eu amo o Picard”, publico o último jantar em Paris, antes do nosso parceiro de viagem, Guto, ir embora. Foi no estúdio alugado por ele, no Marais, com vista para a Torre Eiffel lá no fundinho, por detrás dos prédios!

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Passamos no Picard e no supermercado perto da casa dele para comprar os vinhos e um champagne.

No Picard, escolhemos foie gras de canard, blanquete de veau e medaillons de riz aux champignons. Maravilhoso!!!

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Uma noite fantástica, com papo pra lá de agradável, muitas risadas e, ao final, eu e o Fábio indo embora de metrô noite adentro com aquela leveza maravilhosa que o contexto inteiro nos proporcionou (…)

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Saudades!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O primeiro escargot a gente nunca esquece…

Photo 2719 Já comentei no blog que em nossa residência em Paris muitas sacolinhas do Picard circularam pela cozinha. A rede, espalhada por toda Paris e por toda a França, é exclusivamente de congelados de alta qualidade. Lá, encontramos todas as receitas tradicionais francesas a um passo da mesa, passando apenas por um forno, um microondas ou um fogão tradicional. Confit de canard, boeuf bourguignon e tudo o mais que se possa imaginas de aves, carnes, peixes, sopas, legumes, massas e pizzas, além dos doces…

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Pois foi um dia especial o dia da degustação do escargot! Servido na própria concha, com molho de ervas finas, bastou colocar no forno. Não foi a refeição mais saborosa que já degustei na vida, mas…

Serviço: site oficial do Picard : www.picard.fr

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Café em Versalhes

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Para quem visita o Castelo de Versalhes e faz o passeio completo pelos jardins e o castelos de verão, a dica é uma pausa no café La Mantille, antes de pegar o trenzinho para retornar à parte principal do castelo. Além de estar localizado no meio das charmosas árvores do castelo, de possuir um simpático cardápio, ainda dá para degustar o croque-monsieur, o “misto quente” francês, cujo queijo – quase sempre o emental!- vem derretido por cima do sanduíche. Trés delicieux! E o detalhe é que para tranformar um croque-monsieur num croque-madame, é só colocar um ovo frito sobre o sanduíche!

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Aliás, no Castelo de Versalhes também dá para encontrar as lojas das mais reputadas instituições parisienses do “chazinho da tarde”, Angélina e Ladurée. Esta última possui os famosos macarrons, que já citei no blog. Você encontra os produtos da Ladurée  na cour d’honneur do castelo. Já Angélina, conhecida por fazer o melhor chocolate quente do mundo, está presente na porte Saint-Antoine, na entrada do Petit Trianon.

croque monsieur

Para ninguém ficar com água na boca, segue abaixo uma receita de croque-monsieur para 4 sanduíches:

  • 8 fatias de pão de forma
  • 8 fatias de queijo emental
  • 4 fatias de presunto cozido sem gordura
    50 gramas de manteiga
  • 100 gramas de queijo ralado (gruyère, emental, parmesão...)
  • 4 colheres de sopa de leite

Pincele manteiga nas fatias de pão. Cada sanduíche deve ter uma fatia de queijo e uma de presunto entre duas fatias de pão. Num recipiente, misture o leite e o queijo ralado. Espalhe na parte superior dos sanduíches e levo-os ao forno (220º) por dez minutos para dourar.

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domingo, 1 de agosto de 2010

Uma jornada pelo cinema francês

 

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O cinema francês é considerado hoje o mais dinâmico da Europa. A produção cinematográfica francesa sempre se destaca pelo grande número de espectadores, de arrecadação e de títulos produzidos. Só com o clássico, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001), foi arrecadado cerca de 23 milhões de euros, em um ano. A Aliança Francesa de Florianópolis, em parceria com a Fundação Cultural Badesc,  apresentam neste mês de agosto cinco filmes de diferentes épocas, estilos, locais e diretores. Será uma viagem pelas produções mais diversas do cinema francófono. Desde o contemporâneo O primeiro a chegar (2007) até o clássico A Bela e a Fera (1946).

Esta jornada pelo cinema francês passará por uma grande metrópole francesa, como em A oficina de Deus da diretora Claire Simon, e também por um campo de refugiados no nordeste africano, no longa Heremakono - Esperando a Felicidade (2002).

Heremakono

As exibições ocorrem a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. Sempre às segundas feiras. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846

Programação:

Dia 02/08

O Primeiro a chegar (Le premier venu)

De Jacques Doillon, 2007, França e Bélgica, 123min. Com Clémentine Beaugrand, Gérald Thomassin e Guillaume Saurrel. 14 anos.

Camille tem 20 anos e sente que sua vida não tem a intensidade que deseja. Ela tenta achar-se em algum lugar ou alguém. Após algumas situações violentas, ela liga-se a um vagabundo, achando que salvá-lo pode trazer algum sentido à sua vida. ]

o primeiro a chegar

Dia 09/08

As oficinas de Deus (Les bureaux de Dieu)

De Claire Simon, 2007, França, 122min. Com Anne Alvaro, Nathalie Baye e Michel Boujenah. 14 anos.

Três conselheiras de um Centro de Planejamento Familiar ouvem moças e mulheres que anseiam por liberdade sexual e procuram informações sobre métodos contraceptivos e aborto. Neste lugar, elas convivem, riem e choram com as histórias de vida dessas mulheres.

Dia 16/08

A Bela e a Fera (La Belle et la Bête)

De Jean Cocteau, 1946, França, 93min. Com Jean Marais, Josette Day e Marcel André.

Baseado em um conto de fadas francês, conta a história de Belle, uma das três filhas de um mercador, que se perde na floresta e é acolhido por uma fera. Ao apanhar uma rosa do jardim da fera, ele é obrigado a entregar uma de suas filhas ao monstro e é justamente Belle quem se oferece para o sacrifício.

Dia 23/08

Heremakono - Esperando a Felicidade (Heremakono - En Attendant Le Bonheur)

De Abderrahmane Sissako, 2002, França, 95min. Com Fatimatou Mint Ahmedou e Khatra Ould Abdel Kader.

Enquanto espera para viajar à Europa, um menino vive com a mãe em um lugar de exílio. Como não entende a língua local, ele tenta decifrar o mundo e as pessoas que o rodeiam. Os destinos cruzam-se, enquanto os olhares fixos no horizonte esperam por uma felicidade hipotética.

o amigo de minha amiga

Dia 30/08

O amigo de minha amiga (L' Ami de Mon Amie)

De Eric Rohmer, 1987, França, 103min. Com Emmanuelle Chaulet, François-Eric Gendron e Anne-Laure Meury. 14 anos.

Certo dia a bem sucedida Blanche e a amiga Léa vão juntas à piscina. Lá, encontram Alexandre, um conhecido de Léa, acompanhado de Adrienne, sua namorada no momento. Blanche encanta-se por este jovem e tentará se aproximar dele cuidadosamente.

                               Informações pelo telefone: (48)3224-8846

                              Site: www.fundacaocultural.badesc.gov.br

                                    Blog: www.fcbadesc.blogspot.com

Twitter: @FCBadesc

domingo, 11 de julho de 2010

U-hu!!!

 

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A notícia tá no Uol Economia, via Agência Reuters e eu AMEI!!

Em 18 meses a Sephora chega ao Brasil!!

Vivaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!

Lead da notícia: SÃO PAULO, 2 de julho (Reuters) - O grupo francês de bens de luxo LVMH comprou 70 por cento do site brasileiro de cosméticos Sack's, que agora vislumbra uma expansão agressiva no Brasil com entrada em shoppings centers e eventual fabricação nacional de marcas consagradas da Sephora, pertencente ao grupo francês.

Confiram a matéria toda no link abaixo:

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2010/07/02/com-sephora-sacks-promete-expansao-agressiva-no-brasil.jhtm